terça-feira, 25 de junho de 2013

Últimos dias e Oração da Igreja


“... com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito ...”  (Ef 6, 18)

      Nas últimas semanas, iniciando por São Paulo e espalhando-se por todo país, vimos um quadro inédito, um mosaico de manifestações, que ainda demandará um bom tempo para que entendamos os conexões (ou não) entre as partes, os gritos, as petições, os sonhos etc.  Trata-se de uma catar-se de volúpia multifacetada. Precisamos ir de vagar com o andor, evitando simplismos e imediatismos.
      Mas, por outro lado, os cristãos precisam fazer a sua lição de casa, que não é compartilhada por todos: Ver o quadro geral pela ótica Bíblica e rogar ao Senhor Deus, Absoluto e Soberano, para que olhe com misericórdia para este chão verde a amarelo, evitando que a coloração vermelha entre sem ser convidada.
      Para nós, antes de qualquer análise, somos chamados a observar o “andar de cima”, uma realidade cujo entendimento/discernimento vem pela crença ferrenha na Palavra de Deus. Paulo adverte, esclarece, elucida: “... porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal ...” (Ef 6, 12)
      Então, passa a discorrer sobre com que armas lançamos mão, prioritariamente,  nessa luta: Armadura de Deus, a saber: verdade, justiça, evangelho, fé, salvação, Espírito Santo, oração.
      Concluindo, e destacando uma das armas, nossa prioridade como cidadãos paulistanos, brasileiros, cristãos, é a oração (outras armas em sequência). Ela move o coração e a ação de Deus. Que move e nos proteja contra os atores do “andar de cima”. Ela chama o Espírito de discernimento e sabedoria, auxiliando-nos contra os “filhos do mundo” (Lc 16, 8).
      Junto com a oração, busquemos o pleno conhecimento do quadro, descortinando a face dos principais atores, buscando os referenciais teóricos que mais bem nos demonstre do que se trata.
      Ore por São Paulo, ore pelo Brasil, ore por uma sociedade mais justa, abrigada pelo regime democrático, firmado em direitos e obrigações/deveres, representada por pessoas de caráter ilibado, espírito servidor, que se pauta pela ordem. 

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